- É a força natural que atua sobre os corpos quando estes estão em contato com outros corpos e sofrem a ação de uma força que tende a colocá-lo em movimento, e ela é sempre contrária ao movimento ou à tendência de movimento. A força de atrito aparece em razão das rugosidades existentes nas superfícies dos corpos. O atrito depende da força normal entre o objeto e a superfície de apoio, quanto maior for a força normal maior a força de atrito. Podemos calcular a força de atrito a partir da seguinte equação: Fat = μ.N
Exitem dois tipos de força de atrito:
Força de Atrito Estático:
Força de Atrito Estático:
- Representado por Fe ela é a força que está contrária à tendência de movimento. Por exemplo, quando queremos trocar o móvel de lugar tentamos empurrá-lo ou puxá-lo até onde queremos que ele fique, no entanto, em alguns casos percebemos que ele não sai do lugar, pois a força que imprimimos sobre ele não é suficientemente grande para que ele possa sair do estado de repouso. O que acontece é que a força de atrito é maior que a força que aplicamos sobre o móvel que queremos trocar de lugar. Essa força que aparece quando os corpos estão em repouso é chamada de força de atrito estático e é representado da seguinte forma:
Fate = μe.N
Força de Atrito Cinético:
- Também chamado de força de atrito dinâmico, esse é o atrito que aparece quando os corpos estão em movimento, ou seja, ele é contrário à movimentação dos corpos. Por exemplo, quando um carro está se locomovendo em uma estrada e precisa frear o carro bruscamente, o carro para, no entanto esse fato só é possibilitado devido à força de atrito, contrária ao movimento do carro, existente entre os pneus e o asfalto. Matematicamente, temos que a força de atrito cinético é escrita da seguinte forma:
Fatc = μc.N
Conseguiríamos andar sem a força do atrito?
Quando andamos, é a força de atrito que nos ajuda. A cada passo que damos, alternadamente, nosso pés empurram o chão para trás. Pela lei de Ação e Reação, o chão reage e nos empurra para frente, provocando movimento. Para que isso ocorra, deve haver atrito entre o solado de nosso calçado e o solo.
Podemos concluir que, nem sempre, o atrito é prejudicial ou atrapalha a execução de um movimento.
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