sábado, 7 de maio de 2011

Origem dos nomes dos Planetas

Os primeiros a batizar planetas foram os sumérios, povo que ocupava a região da Mesopotâmia (atual Iraque) há 5 mil anos. Eles já haviam identificado cinco "estrelas" que se moviam no céu, enquanto as demais permaneciam paradas, e acreditaram que fossem deuses. De acordo com as características de cada uma, elas ganharam nomes relacionados com as divindades. Séculos depois, os romanos adaptaram os nomes dos planetas de acordo com suas próprias divindades.



As cinco estrelas dos sumérios ganharam novos nomes:


Enki, a que se movia mais rápido, recebeu o nome de Mercúrio, o veloz mensageiro dos deuses.

    Vênus, a deusa da beleza, batizou a mais brilhante das estrelas, Inanna.



A vermelha Gugalanna, cor do sangue, ganhou o nome de Marte, deus da guerra.
   


Enlil, a maior, foi chamada de Júpiter, nome latino de Zeus, senhor do Olimpo.




Ninurta, a mais lenta de todas, cuja movimentação só era percebida pelos mais pacientes, ganhou o nome de Saturno, o deus do tempo.




Já o nome da Terra vem do latim antigo. Na época, a palavra já tinha os mesmos significados de hoje: solo, chão, território. Na mitologia romana, a Terra era representada pela deusa Gaia, ligada à fertilidade.




Urano, descoberto em 1781, ganhou o nome do deus greco-romano que representava o céu.




Netuno, visto pela primeira vez em 1846, foi batizado com o nome do deus romano dos oceanos.



Em agosto de 2006, na cidade de Praga, capital da República Tcheca, foi realizada uma reunião da União Astronômica Internacional (IAU), que resultou no reconhecimento de apenas oito planetas, sendo que Plutão passou a ser classificado como um “planeta anão”.
De acordo com a IAU, entidade responsável pela classificação dos corpos celestes, um planeta deve apresentar algumas características elementares, tais como girar em torno de uma estrela principal, ter massa suficiente para produzir força gravitacional para dar-lhe um formato esférico, além de eliminar de sua órbita outros corpos, ou seja, ser dominante em sua zona orbital.








Um comentário:

Professor Quiriate disse...

Muito bem ilustrado e organizado